
Não, não vou escrever uma ode a Michael Jackson, nem tão pouco enaltecer os seus dotes musicais. Na verdade, com excepção de um tema ainda do tempo dos Jackson Five, acho a maior parte das suas músicas apenas sofríveis. Apenas queria referir que não deixa de ser irónico que alguém que tanto fez para se conservar eternamente congelado numa juventude alva morra desta forma, aos cinquenta e poucos anos. Está provado: o excesso de oxigénio mata. Oscilo entre o epitáfio, “R.I.P.” (rest in peace) e “Life is a bitch”.
P.S. e não é justo que tenha escolhido o mesmo dia para morrer que Farrah Fawcett, o Anjo de Charlie da minha adolescência