“ó Portugal, se fosses só três sílabas de plástico, que era mais barato!” (Alexandre O’Neill)
Foram semanas de cenas tristes, de egos escancarados. Foram semanas de quezílias bacocas, de zangas de comadres, de velhos dos marretas.
Claro que toda essa palhaçada aguçou-me a curiosidade e fez-me deslocar ao local do crime, logo no seu primeiro dia. E o que é que os bichos papões fizeram de tão grave que quase acabavam com a festa ainda mesmo antes de começar? Contrataram o Gehry para lhes fazer umas lojas de modo a que todas as outras parecerem roulottes de bifanas?
Hoje, quando meti os pés no parque Eduardo VII e vi os stands dos tais bichos papões da Leya só me apeteceu agarrar numa marreta e correr atrás desses marretas todos que andaram a gozar connosco ao longo destas semanas. Qual era mesmo o problema?
O que é que incomodou assim tanto à APEL, o facto de podermos pegar nos livros das várias editoras do grupo e pagarmos tudo de uma só vez, numa caixa central? É isso que incomodou tanto ao ponto de terem colocado o evento em risco?
Haja paciência!
P.S: Hum…terá sido tudo isto uma manobra de diversão para atrair mais público à feira? Bom…nem o Cunha Vaz se lembraria de algo tão rebuscado!
Tags: APEL, Feira do Livro, Leya, UEP
Maio 26, 2008 ás 10:09 am |
Egos intlectuais.
Parece-me que o problema não foi a Apel, foi os outros editores que não queriam que houvesse diferenciação. A Apel apenas disse ou se entendem ou não há nada para ninguem.
No fundo é que sempre acontece quando um tubarão entra num mercado estagnado.